segunda-feira, 4 de agosto de 2008

Lídia e as orquídeas



Lídia, deixa-me sozinho
que provei das agruras dos fracos
bem distante quanto as estrelas em Draco
E era tão bom! E era teu ninho...

E, enfim, encontraria os delírios de Baco
em teus lábios de linho
Não, não era vinho...
Cheiravam a tabaco

Lídia, Lídia...
O que fizeste às orquídeas?
Pensei que fugiam...

E pensei que era sono
mas já era outono
e as folhas caíam...

6 comentários:

vanessa disse...

=*

Juh Maya disse...

Muito chata essa rima de Baco com tabaco.... kkkk afinal, os dois andam beeeem próximos mas são bem opostos...

Essa Lídia é legal mas diz pra ela parar de fumar...

[risos]

Acho que esse foi o comentário mais idiota postado nesse blog...



Bjus Rapha alfafa

tá vendo, fiz uma rima!

=**

Jackeline Farah disse...

Bonitas palavras essa Lidia é Lidia é mesmo?

Brincadeira a parte, gosto muito de textos assim poeticos que fazem vc pensar num final que concorde ou não com a idéia do autor.

Beijos Rapha e sucesso!!

Virgínia Allan disse...

A Lídia é bela...as rimas sinceras...lembrou-me Fernando Pessoa como um de seu heterônimos, creio, Ricardo Reis. Simples, bonito e acima das nuvens...
Beijo

Fatum disse...

Nenhuma alegria é em vão.

Nenhuma Lídia é em vão, existindo ou não.

Queremos tanto nossos ninhos. Mas, as agruras dos fracos insistem em nos seguir...(sei que você me entende)

Amo-te! =)

E sou feliz também!

0lga disse...

linda, um bjo, continue,
te amo