terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

Sombra



Quem me dera ser de novo o que fui
ou o que achei ser um dia
Neto de Ruy...
Filho de uma Maria...

Mas agora sou sombra apenas
Que, no meio dum dia, vaga
E nas horas mais serenas
tanto aparece, que até se apaga

6 comentários:

Gleicy Alves disse...

Linda foto e texto.

um beijo.

Virgínia Allan disse...

Tu, eu, todos somos sombras neste mundo. Lindo poema, Raphael... lindo mesmo e a foto!?... nem falo nada!

Anônimo disse...

Lindo poema Rapha!
Por vezes somos mesmo como sombras, passamos despercebidos no meio de outros que percorrem os mesmos caminhos. Mas, mesmo sendo sombras, nunca estamos sós!

Beijos
Dani

0lga disse...

meu filho obgda por lembrar do nosso velho Ruy, seu avô teria orgulho desse neto e filho maravilhoso que és.Na realidade vc. não é sombra, vc é luz. te amo
mamãe

Arth disse...

Simples e ao mesmo tempo intenso. Adorei "Neto e Ruy...Filho de Maria"
Pensei em mim, engraçado! "Neta de Artemis...Filha de Ana"rs

É assim que se escreve. O leitor tem necessidade de se identificar com o texto. E você consegue isso!

Arthemisa

Arth disse...

Simples e ao mesmo tempo intenso. Adorei "Neto e Ruy...Filho de Maria"
Pensei em mim, engraçado! "Neta de Artemis...Filha de Ana"rs

É assim que se escreve. O leitor tem necessidade de se identificar com o texto. E você consegue isso!

Arthemisa